Arquivo do mês: abril 2012

Mais Ventisqueiro Negro

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Nós, na chuva e curtindo. 

 

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Também, com um visual assim, até na chuva é massa. E impressionante. 


Ventisqueiro Negro

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Aproximamo-nos então do Monte Tronador onde já presenciamos uma palhinha de um dos seus glaciares.

 

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Quanto mais aproximavamos, mais o tempo fechava culminando numa chuva que a princípio estragou nosso dia. 

 

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Mas após algum tempo esperando a chuva passar dentro do carro, não aguentamos. Vestimos nossos capotes e foda-se a chuva que acabou dando uma trégua momentânea.

 

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E não é uma chuvinha dessas que nos impede de curtir. O problema maior são os pingos nas lentes. 

 

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Afinal de contas eu não queria estragar uma foto como esta. 

 

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Um troço realmente espetacular. Gelo que parece pintado a lápis. Ventisqueiro Negro. Parque Nacional Nahuel Huapi. 


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Lago Mascardi – A caminho do Cerro Tronador

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Não havia mais um camping ali, apenas espaços livres para acampar as margens do lago Mascardi.

 

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Nós e mais um casal de Buenos Aires acampamos pela área que ficava bem a beira da estrada.

 

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 Pic-nic a beira do lago. Nada mal. 

 

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Rodeados por um cenário mágico de luz mutante.

 

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E segue o incrível caminho para o Cerro Tronador. 


Bariloche – Cerro Otto

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Próxima parada do dia, Cerro Otto. Bem mais alto que o Cerro Campanário, um teleférico fechado e um preço a altura. Vista quase que total do Lago Nahuel Huapi.

 

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Bariloche parece então uma cidadezinha pequena la de cima. 

 

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Ju tirando um tatu do nariz do duende. Ele gostou. 

 

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No famoso restaurante panorâmico e rotatório, o prato mais infeliz e caro da viagem. Uma truta mixuruca e mal feita com um acompanhamento mais tosco impossível. Por sorte pedimos apenas um prato. Dica: Visite o restaurante e peça a coisa mais barata quem tem lá só para matar um tempo. Melhor comer em outro lugar. 

 

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Arrotando aquela porcaria de truta fomos fazer uma trilhazinha partindo do restaurante que é aquela coisa com telhado vermelho lá em cima. 

 

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A vista pelo menos compensou o fracasso do almoço. 


Bariloche – Cerro Campanario

Quando chegamos em San Carlos de Bariloche chovia. Com chuva, o melhor negócio é entrar num bar, beber, conversar e atualizar o blog.

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Visitar um museu, olhar umas lojas, tomar um chocolate quente é legal. Mas não demora muito e estou de saco cheio, louco pra sair dali, subir uma montanha, caminhar num campo. Na verdade, esperar que o dia de amanhã não seja mais um dia de chuva.

 

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Nossa vontade foi atendida e pelo menos a chuva parou no dia seguinte. Primeira parada, Cerro Campanario.

 

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Se esta não é a melhor vista de Bariloche, qual seria então? Difícil de dizer.

 

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Praias particulares, hotéis em pontos estratégicos as margens do lago, barcos e um cenário que parece fabricado para o turismo  internacional.

 

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Turistas, like everybody else. A chuva parou mas o frio nessa altura chamou a gente para uma xícara de irish coffe na confiteria panorâmica.

 

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Um zoom na cidade de Bariloche as margens do lago Nahuel Huapi. Sorte de quem vive por lá.

 

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E para nós, é hora de descer e partir para outro ponto turístico antes que começe a chover novamente.

 


Pela periferia da Villa La Angostura

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Puerto Manzano é um bairro humilde de Villa La Angostura. Com uma arquitetura singular.

 

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Chalés charmosos e preços que despencaram devido ao vulcão. Corram enquanto é tempo. 

 

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E para os bem humildes tem até apartamento. 

 

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Os miseráveis tem que se contentar com o camping. Há lugar para todos e qualquer lugar aqui tem seu charme. 

 

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Camping La Estacada. Para aqueles que tem na natureza, o luxo de que necessitam.

 

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E numa manhã cinzenta partimos para novas aventuras levando um pouco de cinza por tudo que era superfície. 


Cordón Caulle

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Esta incrível foto do Cordón Caulle, infelizmente não foi a gente que bateu, mas ela mostra como estava a atividade do vulcão na época que estávamos por perto. Obviamente quem bateu a foto estava numa expedição científica, já que é totalmente proibido por questões de segurança que turistas cheguem a esta distância da cratera ativa. Uma pena pois adoraríamos presenciar um cenário assim. Agora afinal, o vulcão se chama Puyehue ou Cordón Caulle? Eu já nem sei mais.